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AFLIÇÕES DE UM
NACIONALISTA Nossa história começa com considerações do
ex-presidente do BNDES Carlos Lessa
relacionadas com os destinos da Vale do Rio Doce p. 3 |
A Vale e o interesse nacional
O que mais faz a companhia, além
de escavar o território nacional e mandar montanhas de minério
para fora do País? p.5 |
As múltis do Estado brasileiro
Sim, a Petrobras é, apesar de ter
grande participação de acionistas estrangeiros. A Eletrobrás,
embora Lula diga que sim, não é p.8 |
Empreendedores e financistas
Steinbruch e Ermírio de Moraes
pertencem às duas categorias de articuladores das múltis brasileiras
junto ao Palácio do Planalto p.11 |
Real quebra, palácio muda
A era dos juros estratosféricos levou o
Brasil ao FMI em 1998. E mudou o câmbio, a política para a
internacionalização e até os palacianos p.13 |
Gerdau chega ao topo
Ele vem de longe. Comprou pechinchas
estatais já no início da privatização, no governo Sarney. Com a
Açominas, deu um salto p.14 |
Os caubois verde-amarelos
As multinacionais brasileiras do agro-
negócio representam a grande vantagem comparativa global do
País? p.18 |
Porque reinventar a roda
Apesar do sucesso comercial da
Embraer, sua história mostra uma atuação limitada com relação
a um campo crítico, o da defesa p.21 |
A emenda e o soneto
A Telebrás poderia ter sido uma múlti das
telecomunicações. A tele verde-amarela parece um remendo no plano
de privatização do setor p.24 |
Para onde elas vão?
O Brasil não tem norte na política que diz
respeito às multinacionais. Sem norte, como dizia Sêneca, não há
vento que ajude p.27 |
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